Only
Faz um tempinho que não postava nada no meu Twitter.
Hoje deparei com uma divulgação do CCSP sobre uma oficina de fotografia, fiquei em estado de pânico, rs! Achei demais, o único problema é o horário! Afff!!
Introdução à fotografia: da ação ao documento
Orientação: Marina Takami
Oficina teórica que objetiva apresentar a imagem fotográfica tendo em vista a construção de imaginário e memória. A participação da fotografia em diferentes campos, em especial o artístico; a fotografia como registro de uma ação e/ou parte dela, o suporte fotográfico contemporâneo. Por meio de exercícios, a oficina relaciona a fotografia a sons, palavras, outras imagens e ao próprio CCSP, a fim de aguçar a percepção dos participantes para a atribuição de significados que essas interações representam.
30 vagas – período: 12/5 a 30/6 – terças, das 19h às 22h – Sala de Oficinas II – público: interessados em geral a partir de 16 anos – inscrições: 28/4 a 8/5, pessoalmente, de segunda a sexta, na Divisão de Ação Cultural e Educativa, das 10h às 18h – informações: 3397-4037
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Ando bem…Meio estranha, ao mesmo tempo, fora e dentro de mim.
Ando com o pensamento além e para frente.
Ando esperando grandes decisões e ao mesmo, querendo realizar diretas atitudes para mim e comigo.
Simplesmente ando, sem caminho, com meus passos largos, meu tênis de corrida e meu IPOD no ouvido.
As paredes não modificam, os prédios mudam de corres e as pessoas andam mais apressadas.
Meu coração anda aberto e cheio de boaventura!
Tomo um drink, olho para o chão e penso que o futuro não existe. Que o hoje é mágico e ontem distante!
Penso em mim, em ti e em nós. Penso nos meus amigos e como tudo tem um limiar muito pequeno…
Não são dúvida!
Não são certezas…
É só – MENTE!
Má Palas
Simply
Ahh, que tristeza! Estava, ou estou, não sei definir direito, DOIDA por esta musiquinha e descobri que ela foi gravada pelo Pedro Mariano.
Eca! Não curto muito ele. Acho ele meio “bichinha” no palco. Na verdade, muito mulherrrr…
Mas, devo confessar, abertamente, a música é linda e foda-se se é ele quem canta, rs!
Continuando gostando dela e agora ainda mais, pois me lembra alguém especial.
Segue-a para quem quiser ver como és bonitinha!
Simplesmente – Pedro Mariano
Composição: Samuel Rosa | Chico Amaral
Simplesmente posso esperar
Aqui por você, uma eternidade
Uma tarde inteira
Simplesmente posso encontrar
Qualquer distração, ruas da cidade
Restos de uma feira
Tomo um atalho no lago
Só pra te perder
Enquanto olho os aviões
Nada tremeu no ar
Não vi nem um sinal
Simplesmente eu posso esperar
Simplesmente posso esquecer
Da guerra ou da paz
Uma eternidade, uma tarde inteira
Calmamente posso contar
As nuvens no céu
Rostos na vidraça, flores nessa praça
Deço a Consolação só pra coincidir
Leio manchetes por aí
Nada tremeu no ar
Não vi nem um sinal
Mesmo assim eu posso esperar
Até deixar um recado na tarde
Uma simples saudade
Que você vai sentir quanto sentar-se a mesa
Uma simples certeza
Que agora é você que espera por mim
Má Palas
Crazy Dream
Chove lá fora e aqui faz tanto frio…
Aí aí, final de semana con chuva! Péssimo!
Bom para namorar!!
Tô embriagada de felicidade. Hoje entrei no site da minha escola de Inglês e já tinha saído os resultados das minhas provas, upiii!
Nem eu acreditei, recebi EEEE (EXCELENTE) de cima em baixo com direito a um belo 9 na prova de conversação e 8,8 na prova escrita, ahahah!
Fantástico!!!!
Quando eu quero, realmente eu faço por merecer.
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Fora isto, tive um sonho estranho! Sonhei com assassinato, que coisa!
Já acordei e procurei no google o significado:
Fiquei pasma!
Um site qualquer, disse que é sintoma de quem sofre de depressão. Pode ser que alguém esteja reprimindo os sentimentos e/ou fúrias.
Por outra lado, falou algo legal, que talvez a pessoa acabe com uma forma antiga de pensar e agir. – Será?!?!? Isto será bem vindo, heheheh.
Vai saber, néee
rs
Enquanto isto, néee… Não sei o que é, vou é voltar para o trabalho,
ahahahahaha
Boa sexta,
Má
Viva la Vida
Que engraçado!
Depois de um momento de tensão, ganho uma semana tão amável…Que realmente nem acredito, ufa!! Ma-ra-vi-lha!!!
Foi legal postar estes antigos textos, vi que muita gente amou, recebi alguns e-mails de opiniões fortes e alguns comentários deliciosos.
Obrigada pela motivação para escrever mais e ir além…Forever tks!
Depois de ficar bem mal por causa de uma atitude muito infantil de uma ex, recebo a certeza que algumas pessoas realmente gostam de mim e estão na minha vida para ficar e se tudo der certo, para sempre compartilhar bons momentos.
Não foram muitas pessoas, ao contrário foram somente quatro seres incríveis que eu jamais esperava certas atitudes e opiniões. Valeu por tudo, por todo momento de atenção e carinho, nem sei como agradecer!!
Além disso, ando me surpreendo com outra coisa…. Desta vez, amorosa!! Heheh, até porque, né, temos que cuidar do coração, rs!
Tenho a certeza, HOJE, AGORA, NESTE MOMENTO, que não acredito em relacionamentos amorosos, PARA MIM PELO MENOS, apesar de desejar muito, muito, muitíssimo casar novamente, namorar, noivas e tudo mais. Seguir as regras da boa conduta “namorística”. Acho tão linda estar de aliança e mostrar para todo mundo mundo – é claro, né…que a aliança não é somente um anel, mas a certeza de um bom sentimento no coração.
Contudo, hoje ando fechada para a palavra namoro e coisas afins. Não consigo me ver, agora, falando para todo mundo:
- Olha gente, minha nova namorada!
Não obrigada!!! Sinto-me mal, com náuseas profundas.
Entretanto, hoje, digo que encontrei alguém que não me cobra isto. Que é uma gostosura estar junto, que vivemos por dia, por momentos, por vontades e por desejos.
É tão sutil que quando termina o dia, o momento, me dá até uma tristezinha no coração.
Não somos obrigadas a ligar, somente quando há vontade. Não me stresso por não ter passado o feriado e/ou final de semana com ela. Não sinto ciúmes quando ela me diz que vai sair com outra menina. (só sinto muito ciúmes quando descubro que a mesma pediu para ela de aniversário algo que estava propondo fazermos juntas , aff! – aí, é o momento de engolir tudo a seco e usar a criatividade para novos momentos).
Espero que todo mundo experimente isto um dia.
Querer estar com alguém por querer. Saber que o encontro de amanhã lhe fará muito bem. É tão gostoso! É muito bom mesmo, falando de coração aberto. Isto para mim é uma forma de EXPERIMENTAR A VIDA!
Má Palas
Our Parentes
Quero pegar um pouco mais leve no texto desde mês, depois que meu último artigo levantou algumas grandes polêmicas.
Começo citando uma estrofe da música “Como nossos Pais” do Belchior e famosamente conhecida pela interpretação da Elis Regina, que baseou todas estas minhas proposições:
“…Das coisas que aprendi
Nos discos…
Quero lhe contar como eu vivi
E tudo o que aconteceu comigo
Viver é melhor que sonhar…”
É fato, comprovado pela genética, que somos uma grande porcentagem de nossos pais (genótipo) e mais uma outra porcentagem de uma interação com o meio em que vivemos (fenótipo).
Não canso de ouvir, dos meus pais, amigos e conhecidos, que se criam os seus filhos para o mundo.
Será mesmo?!?! Será que nossos pais não têm nenhum “poder” sobre nossas decisões e, principalmente para algumas pessoas, sobre nossa sexualidade?
Quando resolvi me assumir gay, me preparei muito para uma carga intensa de brigas e discussões dentro de minha casa, contudo houve uma atitude (grande e surpreendente) de meus pais perante esta minha decisão.
O deslumbramento que tive em casa, com certeza e muitas vezes, não é o mesmo que recebo dos pais de meus rolos/namoros. Entendo as atitudes, opiniões, brigas e, muitas vezes, as agressões físicas destes pais em seus filhos. Há uma mistura de vários sentimentos negativos: frustração – por terem “dado” uma criação “não adequada” aos seus filhos, indignação, odeio, pré-conceito e falta de conhecimento – do mundo, da pessoa que seu filho está se relacionamento, do próprio filho e das opções de tesão existentes no universo.
Cito aqui Beatriz Weber:
“Posso não concordar com uma só palavra sua, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-la”.
Por isto, muitas vezes calo perante das atitudes dos pais de minhas namoradas, só que ao mesmo tempo defendo, brigando com elas, pelo direito delas explicitarem o que sentem, acham, planejam, anseiam e gostam aos seus familiares.
Por quê? A explicação é a mesma daquela que Friedrich Nietzsche fez ao reescrever Voltaire:
“Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse”.
É claro que a sexualidade não é a mesma coisa que uma simplória opinião. Só que para muitos pais ela é a mesma coisa e, neste momento, é a melhor explicação de um filho para seu pai e mãe sobre seu “novo” relacionamento com uma pessoa de seu mesmo sexo. Assim, com o tempo, paciência e dedicação, este filho demonstrará que seus desejos sexuais estão além de uma simples mudança de opinião, mas é a nova realidade da sua possibilidade de felicidade ao lado de outrem.
E também se não for isto que ela/ela realmente deseja, anseia e sente e quiser mudar… O quê é que tem?!?!?!
Quero deixar bem claro, alias claríssimo, é que ninguém neste mundo escolhe ser gay ou não. Todo mundo escolhe pelo direto de poder amar ou não. Por exemplo, se eu fosse heterossexual não seria feliz ao lado de um homem, visto que só não consigo ter prazer com ele, mas também não RETRIBUO todo aquele sentimento que o mesmo nutre por mim.
Eu sempre digo que se fosse para poder escolher entre ser gay, bi ou hétero, gostaria de escolher ser bi. Os bissexuais são pessoas com uma parcela maior de possibilidades e alternativas de vivências terrenas.
“…Minha dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo, tudo
Tudo o que fizemos
Nós ainda somos
Os mesmos e vivemos”
No mundo não há nada mais perfeito do que simplesmente viver, aprender com nossos erros, opiniões, atitudes e crescer.
Já disse que temos uma parcela, dentro de nós, inconsciente que é nossas raízes com o mundo, a vida e a história. Freud designa estas raízes como inconsciente coletivo.
Este inconsciente faz com que possamos viver, errar, acertar e nunca deixando de sermos nós mesmo.
Peraí, Má. Você uma hora fala sobre a possibilidade de poder fazer tudo que se deseja, pensa e gosta e outro momento fala sobre as nossas raízes? Não há muita ambigüidade neste texto?
Sinceramente, não.
Quando se toma uma decisão não há nenhum pai e mãe que possa interferir em neste “anseio” de um filho. Pode demorar a se concretizar uma decisão, – se a mesma for desejada e realizada com o coração – ela se efetuará.
Ninguém nunca arrancará de nós nossas raízes, o que somos realmente, de onde viemos, como fomos criados e quem são nossos pais. Estas raízes são totalmente benéficas a um homem ou mulher.
Sou totalmente contra o aprisionamento das pessoas através das raízes e, aliás, quando digo raízes me refiro as raízes de diversas maneiras; raízes matrimoniais, raízes conjugais, raízes trabalhísticas, etc.
Termino este artigo agradecendo a minha existência aos meus pais. Agradeço mais ainda o diálogo que sempre existiu dentro da minha casa, principalmente através da minha mãe, para todos os assuntos desde drogas, sexo, namoros e amizades.
Obrigada, também porque assim tive a liberdade tornar-me cada dia mais eu mesma.
Má Palas
Gay Church
Igreja Gay?!?!
Estava andando pela Avenida Paulista quando deparei com um folheto que trazia a propaganda de uma igreja. Logo, achei estranho de ler uma suposta propaganda de uma igreja, mas, tudo bem! Existem tantas pessoas que entregam folhetos para ir à igreja tal em determinado lugar que um papelzinho a mais ou a menos não é diferença.
Só que o mais curioso de tudo era que além da propaganda, a igreja oferecia uma suposta “liberdade” aos seus participantes, já que era uma igreja gay e ali se aceitava todo tipo de expressão de amor.
Isto me intrigou bastante. Nada contra Deus e suas formas de glorificá-lo, já disse que as pessoas são livres, logo, a expressão de suas manifestações culturais, socais, bem como suas crenças são de acordo com a sua liberdade.
Eu, particularmente, creio em Deus de uma forma diferenciada e tenho um lado espiritual que não depende de instituição nenhuma ou vertente religiosa. Contudo, fiquei olhando o papel e divagando na possibilidade de que cada segmento religioso interpretaria este suposto panfleto.
Cheguei a minha casa e fiz uma busca na internet. Deparei-me com outras infinidades de discussões e outras supostas propostas de “louvar a Deus” com livre consciência. Ótimo, excelente! A humanidade tentando se enquadrar no parâmetro de anexar Deus e homossexualidade em uma coisa só. Aja paciência!
Só que o problema de religião é muito mais sério do que a junção de duas coisas que não tem nada haver. Se estudarmos um pouquinho mais profundo a história das religiões veremos que uma religião sempre contradiz a outra, não só nas suas doutrinas como também nos seus regimentos. Por exemplo, o catolicismo não aceita o casamento de padres, já o protestantismo é totalmente liberado.
Entrando no site do IBGE vemos a designação que somos um país católico. Todo mundo sabe que o catolicismo é totalmente contra a homossexualidade e seus direitos, mesmo sabendo da existência de padres gays dentro das instituições religiosas. Mas por quê? Para manter o matrimônio e porque segundo a bíblia Deus criou o homem e a mulher?!?! Ah, sim, claro não podemos esquecer-nos disso! E também há o mandamento de amar a Deus sobre todas as coisas.
Cito meu amigo Fernando Cavalher:
O Deus do cristianismo (e certos “guias espirituais”) designa missões e, como todo chefe, cobra produtividade. Ele lhe dá várias falsas sensações: de que você é mais importante, mais poderoso e mais sábio dos que os outros, de que você pode agir como quiser porque ele está por trás fundamentando-o. Ele só lhe pede uma única coisa: que ele possa decidir por você, que você sacrifique seu desejo pessoal. Ele só lhe pede que você seja um escravo.
Mas eu achei que era o demônio aquele que lhe tomava a alma e lhe impedia de exercer o livre-arbítrio, dado pela Vida. Seria, então, o contrário?
Para completar meu amigo, cito também Niet com sua mais conhecida máxima:
- Deus está morto!
Se Deus está morto, logo as instituições estão decantes. Sem Deus não há porque existir tão suntuosas igrejas de qualquer vertente religiosa. Só para se dizer que existe um lugar sagrado ou silencioso para uma oração perfeita? Só resta seu desejo pessoal que é sua fé. A fé pode ser “usada” de várias formas e o lugar não importa.
Agora o que me perguntado é:
- Porque tem que existir igrejas gays?
Analisando, bem profundamente, as igrejas gays têm somente dois objetivos que são, exatamente, angariar fundos e, mais uma vez, segregar uma classe dentro de uma sociedade. Acho tenebroso quando se designa lugares homossexuais ou heterossexuais, pois assim fica cada vez mais explícita a veracidade do preconceito junto com a certeza que somos um país pseudo-socialista.
Concluo este texto com uma pergunta que me roda a cabeça desde o momento que li o tal planfleto. Será que também existe um Deus gay?
Má Palas
Ethics
Ética nas relações gays
Luciana namora Tereza. Luciana apresenta para Tereza sua grande amiga Karina. Luciana e Tereza vão a uma balada com Karina e encontram uma conhecida de Tereza, Josefana. Luciana e Tereza terminam. Tereza fica com Karina duas semanas depois do termino. Na terceira semana passado o ocorrido, Josefana encontra Tereza em um bar e elas ficam. Neste mesmo momento, do outro lado da cidade, Luciana vai almoçar com Karina e as duas acabam ficando.
Afinal, será que existe certa ética nos relacionamentos gays? E os sentimentos amorosos aonde se encaixam nestas relações? Envolver com pessoas conhecidas, amigas, de nossas atuais, ou ex-namoradas, está correto?
Há um dos lados desta situação que certas relações amorosas são inevitáveis. Realmente são situações do acaso, o universo realiza conexões e nas escolhidas ocasiões às pessoas se envolvam profundamente. Acredito que isto pode acontecer, é muito raro, mas acontece! E, este é o momento para ter grande hombridade e sentar para conversar com quem está se sentindo prejudicada, pela situação, deste novo envolvimento amoroso.
Sou um ser que não vivo sem pessoas ao meu redor. Sinceramente, sou muito adepta das relações livres entre pessoas. Aliás, faço o máximo que posso para apresentar todos meus amigos uns aos outros, logo isto se encaixa nos meus relacionamentos amorosos. Algumas de minhas ex já se envolveram com minhas amigas e até ex mesmo e vice-versa.
Tenho o ponto de vista de que se duas pessoas, que estão a mim vinculadas, se envolveram é porque houve um desejo de ambas as partes para que isto acontecesse. Resta-me somente aceitar as decisões dos demais, afinal aí começa um dos pontos da maturidade. Saber encarar as situações embaraçosas e complicadas sem fazer charme, birra ou brigar com o universo inteiro.
O grande mistério destas relações é que deve haver, sim, um imenso, e vários tipos, de respeitos nestas relações, digamos, drummonianas.
Primeiramente e o principal, respeito é aquele aos sentimentos das pessoas envolvidas nas relações. Como você se sentira ficando ou saindo com uma menina, na qual sabe que ela e a ex se amam ainda e não estão juntas por sua causa? Ou, que você gosta da ex e vê uma grande amiga ficando com ela?
Não deve agir de má fé, aquelas atitudes ridículas das pessoas que fingem não agir, na verdade estão agindo com determinada atitude. É o filme Cruel Intentions sendo veiculado na realidade. Age consciente, sabe de toda situação, de todo sentimento, fica de leva e trás de informações para as meninas envolvidas, dissimula para si mesmo para se tornar isento de qualquer responsabilidade sobre o caso. A situação chega a ficar safada, suja e sórdida.
Isto pode ser tão fácil e sem dores, para todos envolvidos, se os outros tipos de respeitos também tiverem seu momento de dedicação e análise dentro da situação. Respeitar o tempo de término das relações. Respeitar às histórias anteriormente vivenciadas. Respeitar a sua amiga, a sua ex ou a sua conhecida. Respeitar para ser respeitada, em todos os seus sentidos. O respeito tem que ser bem dosado senão ocorrem dois tipos de erros: um por excesso, aí você não realiza nada porque fica embriagado de neurose através das análises das situações e das pessoas, outro por falta, entramos novamente no parâmetro do jogo sujo com os demais.
Podemos até parafrasear O Pequeno Príncipe: Você é responsável por aquilo que respeita. O correto é fazer uma listinha de perguntas básicas para analisar toda a situação. Será que umas das duas meninas ainda se amam? Será que é o momento certo de entrar na vida de outra pessoa que acabou uma relação? Será que haverá fúria ou mágoa de uma das partes se eu me envolver com alguma delas?
As respostas serão conseguidas se você escutar seu coração, ele é mais sábio que você pensa. Todas as atitudes que provém do coração são sinceras e verdadeiras, a partir daí você pode tomar sua atitude.
Ninguém pode prever e denominar os movimentos das pessoas, da vida e das relações humanas e amorosas. Quando se trata de atitudes e sentimentos são coisas não palpáveis e que só conseguimos basear em casos de moralidade, deve ser assim ou assado, para se conviver dentro de uma sociedade.
A complexidade do ato moral reside e provoca efeitos não só na pessoa, mas naqueles que a cercam e na própria sociedade como um todo. O homem livre responde e assume seus atos assumindo suas conseqüências perante todos e tudo.
O filósofo alemão Nietzsche, supõe: o que é bom dentro das relações? Tudo que intensifica no homem o sentimento de própria potência. O que é mau? Tudo que provém da fraqueza. Não seja fraco, seja potente. Potente o suficiente para ser feliz criando a sua ética através do postulado de ouvir seu coração, afim de não prejudicar as pessoas ao seu redor.
Má Palas
Complications
Aí como é bom estar apaixonada, néh? Passar o dia pensando na menininha e tudo que lhe remete a ela. Qualquer mensagem no celular ou orkut gera um sentimento gélido delicioso que percorre todo o corpo. E quando você ouve a voz dela no celular? É o melhor momento do dia!
Sonha-se acordado reformulando aquela noite em que os lábios se tocaram tacitamente, as mãos escorriam pelos cabelos, de uma e de outra, numa forma tão diferente que os corpos tremiam, o abraço era tão afetuoso que ali você queria permanecer para todos os dias da sua vida.
E a partir daquele momento, a sua vida começa a gira somente em torno dela. Há até uma certa abdicação dos seus afazeres diários para poder conviver com ela por alguns minutos e horas do seu dia. Tudo quer ser sentindo na essência, tudo é intenso. E assim, você tenta viver. Sentindo-se muito feliz!
Mas acontece o inesperado, ela rompe contigo. Não quer mais sua presença diariamente, não quer que você ligue mais, não quer te ver. Não tem explicação de tal decisão. Ela some, desaparece!
É o momento de tirar a paixão da vida e, principalmente, da cabeça. Pensa-se no tempo perdido, a história que se findou e você, só você, está sem rumo. E agora o que eu faço?
Este é só um pequeno exemplo de um típico enlace amoroso que a toda hora acontece e, com certeza, já ocorreu em qualquer vida humana.
É doloroso, horrível e inexplicável. O destino da felicidade parece que se sucumbiu a um universo paralelo, no qual o caminho poucos tem o grande prazer e sorte de encontrar a direção exata.
A paixão é o momento de sair de si mesmo. Só que as pessoas não conseguem preservar sua integridade pessoal, altitude totalmente inconsciente, resultando em um envolvimento que demonstra os corpos estendidos um ao outro. Quan-do há um rompimento sofre-se por toda grande perda de si no outro e do outro em si.
É o momento da vida em demonstrar sua nobreza. Perder a amada, sim! Deixá-la viver sua vida, mesmo que a veja executando as maiores “burrices” provocativas, ou não. Ter capacidades físicas, psicológicas e humanas de deixá-la ser quem ela quer ser através de suas formas, atitudes, palavras e até recusas de você e daquele antigo envolvimento de vocês.
Nesta situação toda, percebe se você tem ou não maturidade. Calar-se, dar um tempo a si e ver as pessoas com outras opiniões. Dar-lhe grandes experiências de sua integridade com a possibilidade de ver a morte em diferentes situações dentro da vida. Estrutura uma nova individualidade, superar aquela outra e até, se necessário, ter o seu momento de luto.
O relacionamento imaturo é exclusivista, possessivo, egoísta e dominador. Tudo neste momento de recusa dói demais, repito! O ciúme é muito aflorado. Os Tribalistas estão certos, ninguém é de ninguém. Como as pessoas são livres, o amor também, deve cativar as pessoas para se envolver livremente. Tudo neste nosso universo supõe liberdade, nunca exploração e aprisionamento.
Má Palas
What do you want?
Café ou chocolate quente? Qual é seu paladar?
Há muito tempo venho desejando escrever sobre a temática lésbica para um site voltado especialmente para o mundo gls com intuito de estimular uma difusão maior entre as mulheres. E agora consegui…
Como primeiro texto, quero enfatizar algo que realmente odeio. Esta palavrinha aí, que todo mundo diz, lésbica. Como é feio, né? Por que os homens são chamados de gay enquanto eu sou uma lésbica? Além de ter um poder muito impactante depreciativo, pelo menos eu vejo assim. Sabia que eu poderia me denominar safismo? É bem melhor, pelo menos é um estrangeirismo grego.
Safismo referia-se somente às habitantes da ilha de Lesbos, na Grécia. Na antigüidade, entre os séculos VI e VII a.C., morava naquela ilha a poetisa Safo, admirada por seus poemas sobre amor e beleza, em sua maioria dirigida às mulheres.
Mas ainda continuo odiando o termo. Além de outros substantivos bem mais deteriorantes destinado a nós: sapatão, bolacha, francha, etc. E ainda tem aquelas designações do prazer por uma mulher através da aparência física ou comportamento: caminhoneiro, lady, bofe. Que coisa?!?!? A verdade da verdade é que odeio bem muito ainda, você não tem noção de como odeio, estas seguintes qualificações: ah, eu sou isto; ah, eu sou aquilo. Pô, caramba, acima de tudo eu sou Ser humano e existe coisa mais incrível que isto???
Nesta busca de substantivar no mundo o que sinto por mulheres, me rendi aos homens. Você é o quê, falando sexualmente? Oras, sou gay e pronto. Simples, fácil e um pouco melhor do que o outro.
Gosto de ficar na minha, sossegada, este processo de ter que se que levantar uma bandeira para algo ou para alguma coisa no mundo não faz parte de minha personalidade. Ai ai… Melhor deixar quieto, né! (Vale ressaltar aqui que escrevo pelo prazer da escrita, sem ser ativista – desejo super, hiper, mega e master contraditório, já que sabe que quando alguém escreve para outrem ler é com intuito de fazer com que ele opine sobre seus conhecimentos, logo você está sendo ativista de uma informação).
Independente da preferência sexual, do gosto por certo tipo físico ou ainda a forma como esta sociedade nos enxerga e denomina, o importante é existir amor entre duas pessoas. Gay, hetero, bi deveriam conviver pacificamente na sociedade e entre as pessoas – já que sabemos que até entre os próprios gays há preconceito um com os outros e por vários motivos. Talvez seja ilusão o que pronho? Não, realmente não! Por que na Alemanha posso fazer sexo no parque depois das 20hs sendo que do meu lado pode também estar outro casal hetero realizando o mesmo ato? E você acha que eu vou perder meu tempo olhando o que o outro está fazendo enquanto estou em um envolvimento incrível?
Algo que todo mundo enxerga como depressivo, anti moralista vejo que ali existe um sentimento sublime, leve, delicado e delicioso. Mesmo eu sendo titulada através de uma palavrinha que não me desce a goela.
Lembro que Roma Antiga o primeiro código de direito era assim designado: olho por olho, dente por dente? Por que não o recolocar em nossa vida novamente? Tanta coisa seria melhor, desde as sentenças judiciais como o respeito às diferenças sexuais entre as pessoas.
Quero só perguntar uma coisa: Qual seria a graça do chocolate quente se todos gostassem de café? Meu desacerto com a palavra lésbica pode não ser para outra mulher. Então qual é seu paladar sexual: bi, gay, lésbica? O meu será daqui pra frente: gay.
Má Palas
Art
Amadinhos e amadões amigos,
Quem convive comigo, sabe que em algum momento de minha vida já disse alguma coisinha sobre a minha amigona Glaucia Bollela.
Pois bem, em anexo segue um evento MAIS QUE INCRÍVEL que a mesma está realizando.
Em nome dela, convido-lhe e, pode levar quem quiser, para comparecer neste evento no local e data no convite.
Será incrível!
Confirmo minha presença e espero que posso ter a sua também, pois além de ser uma exposição interessantíssima é também um momento em que podemos encontrar os amigos, pois muitas vezes, com esta rotina corrida não dá para estar com tudo mundo como cada pessoa necessita e deveria.
Qualquer dúvida, pode me ligar: (11) 9534-8263 ou 85707583.
É nesta quinta agora, ou seja daqui 3 dias, quem quiser combinar de nos encontrar é só responder o e-mail e também tem o orkut que dou uma entradinha todo dia para responder os recados.
Vamos que vamos lindaaa pra lá, hein?!!?!??
Bjs, amados!!
Má Palas
